Patente

A QUEM POSSA INTERESSAR

Informamos aos nossos clientes que desde junho de 2012, somos licenciados da empresa Belt Company do Brasil Ltda, para a produção dos cordões com impressão digital. Todos os nossos cordões possuem na chapinha metálica a marca da empresa Belt Company, e existe o pagamento de royaltes para cada produção entregue.

Agindo de forma transparente e de acordo com a lei, estamos preservando e protegendo nossos clientes de futuros problemas ocasionados pela fabricação deste material, sem a devida licença da empresa Belt Company do Brasil, que vem tomando todas as medidas judiciais cabíveis para proibir as empresas não licenciadas de produzirem.

Segue uma breve explicação da patente, a imagem da Carta Patente PI 0405423-7 com prioridade interna da PI datada de 04/03/2004, nosso Licenciamento junto a Belt Company do Brasil, e também a última publicação judicial que revogou a tutela concedida à empresa Anima Color e Cordão Digital, ou seja, derrubou a liminar que concedia direitos de fabricação de cordões com impressão digital.

Carta patente

Carta patente

A Carta Patente expedida em 09 de março de 2011, PI 0405423-7, refere-se a uma técnica e a maquinário que permitem a aplicação de imagens digitais em cintas de diferentes tipos e diferentes finalidades.

Quanto ao campo de aplicação, trata-se de um processo para a aplicação de uma imagem digital continua e centralizada em uma cinta feita de material sintético em um ou nos dois lados, as quais podem ser utilizadas para diferentes fins, tais como: cintos de segurança para carros, cintos de segurança de trabalho, cintos de segurança de aeronaves, cintas de pedestais de organização de fila, elásticos de cuecas, medalhas entre outros.

Como é de conhecimento dos habilitados nesta área, as cintas em geral, utilizadas para as diversas aplicações acima descritas não podiam receber a impressão utilizando-se da Técnica de imagem digital.

Desta maneira, quando se fazia necessária a impressão de alguma imagem ou informação nas mesmas, tal impressão era realizada por meio de outras técnicas tais como: silk screen ou bordada diretamente nas cintas. Ele não patenteou a sublimação e sim como aplicar a imagem digital utilizando sublimação nas cintas.

Utilizando-se desta técnica ele criou um novo conceito de aplicação e um novo produto não só no Brasil, como em diversos países onde a sua patente também foi concedida: África do Sul, Canadá, México, EUA, Austrália, China, Japão e EEUU.

Utilizando as imagens com qualidade digital as fitas podem ser personalizadas, de uma forma inovadora e seriadas, ou seja, realizar a produção conforme a necessidade de cada cliente, podendo apresentar diferentes larguras, espessuras e layouts, sendo produzido em material sintético principalmente o poliéster e demais. Estamos à disposição para quaisquer informações que se julguem necessária.

Att. J.Joaquim da Silva Diretor Administrativo


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